Coisas pequenas, de gente pequena.
Tudo é tão lento. Parece que o mundo parou.
Olho a volta e vejo nada.
Vejo zumbis.
Como um nômade, carrego apenas a mim mesmo.
Cada vez mais leve, leve, leve. (tentando...)
Mas a alma, a alma ainda pesa e muito.
Preciso desvendar o mistério nebuloso de mim mesmo.
E quero isso logo, tenho pressa.
Mesmo encarando o tempo que se mostra parado!
Quero cada vez mais olhar para o mais profundo de mim mesmo
Mas a cada vez descubro que as coisas que me cercam são inúteis
Oh! Dilema! Mordaz dilema.
Ir deixando tudo para trás.
Descolando, decolando deste mundo: mesmo sem partir.
Ficarei por aqui, mas descolado daqui. Da virtuosidade deste lugar.
Quando te escrevo me acalmo!
Parece achar o olho do furacão e meu coração gela.
Pára, bate, pára e volta a bater: sempre mais uma e uma vez.
Quero estar aqui. Sempre aqui. Onde quer que aqui seja.
Quero estar sempre agora. Aqui e agora. É o que vale: é o único que há.
Às vezes é como uma nuvem que passa e a tudo preteja.
Às vezes é o mais puro sol que brilha.
Mas, repito, mas às vezes até este mais puro sol me queima além da conta.
Então faço de conta. Sabe detesto fazer de conta.
Alias, não quero mais fazer de conta. Fingir. Sorrir com dor, mostrar os dentes.
E na mais profunda raiva, agora não posso mostrar os dentes.
Não quero mais fingir.
E, te pergunto, como ser tão original neste mundo da fantasia?
Alias, querida, você viu o ultimo capitulo da novela?
Igual a todos os últimos capítulos de novela, não?
Ou igual ao primeiro, sei lá;
Já não vejo novela há tempos: não dá tempo!
Tenho muito que viver.
Ahhh! Chega do mundinho pequenino.
Vou deixar a todos o quanto antes.
Mas, don´t worry! Vou deixá-los, sem sair daqui.
E quando assim for:
Vocês não me pegam mais não!
Sexta-feira, Julho 14, 2006
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1 comentários:
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa...
que tristeza apertada dentro disso...!...afe...!...saudades master de ti...besos...Déa.
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